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Alma

Alma Best Download || [Manuel Alegre] - Alma, Alma None

  • Title: Alma
  • Author: Manuel Alegre
  • ISBN: 9789712035354
  • Page: 477
  • Format: Paperback

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  • Alma Best Download || [Manuel Alegre]
    477Manuel Alegre
Alma

About "Manuel Alegre"

  1. Manuel Alegre

    MANUEL ALEGRE nasceu a 12 de Maio de 1936 em gueda Fez os estudos secund rios no Porto, altura em que fundou, com Jos Augusto Seabra, o jornal Prel dio Do Liceu Alexandre Herculano, do Porto, passou a Coimbra, em cuja Universidade foi estudante de Direito, de par com uma grande actividade nas reas da pol tica, da cultura e do desporto Destacado elemento dos movimentos estudantis, fez parte da Comiss o da Academia que apoiou a candidatura de Humberto Delgado a presidente da Rep blica foi um dos fundadores do Centro de Inicia o Teatral da Universidade de Coimbra CITAC e membro do Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra TEUC , foi ainda director do jornal A Briosa, redactor da revista V rtice e colaborador da Via Latina praticante de nata o, representou a Acad mica em provas internacionais Em 1962, foi mobilizado para Angola, tendo a participado numa tentativa de revolta militar, pelo que esteve preso no forte de S o Paulo de Luanda, c rcere onde conheceu Luandino Vieira, Ant nio Jacinto e Ant nio Cardoso Libertado da cadeia angolana, foi desmobilizado e enviado para Coimbra em regime de resid ncia fixa Em 1964, exilou se para Argel, onde viveu dez anos Ali seria dirigente da Frente Patri tica de Liberta o Nacional FPLN , presidida por Humberto Delgado, e principal respons vel e locutor da emissora de combate ditadura de Salazar, A Voz da Liberdade Ap s o 25 de Abril, regressou a Portugal, passando a dedicar se pol tica no seio do Partido Socialista de que membro da Comiss o Pol tica Foi Secret rio de Estado da Comunica o Social e Secret rio de Estado Adjunto do Primeiro Ministro para os Assuntos Pol ticos do I Governo Constitucional 1976 1978 , deputado Assembleia da Rep blica 1976 2009 e membro do Conselho de Estado, do Conselho das Ordens Nacionais e do Conselho Social da Universidade de Coimbra Em 2006 foi candidato Presid ncia da Rep blica, obtendo 20,7% dos votos, tendo se recandidato em 2011, onde obteve 19,7% dos votos.Foi o primeiro portugu s a receber o diploma de membro honor rio do Conselho da Europa Entre outras condecora es, recebeu a Gr Cruz da Ordem da Liberdade Portugal , a Comenda da Ordem de Isabel a Cat lica Espanha e a Medalha de M rito do Conselho da Europa Como poeta, come a a destacar se nas colect neas Poemas Livres 1963 1965 , publicadas em Coimbra de par com o Cancioneiro V rtice Mas o grande reconhecimento dos leitores e da cr tica nasce com os seus dois volumes de poemas, Pra a da Can o 1965 e O Canto e as Armas 1967 , logo apreendidos pelas autoridades, mas com grande circula o nos meios intelectuais Come ando por tomar por base tem tica a resist ncia ao regime, o ex lio, a guerra de frica, logo a poesia de Manuel Alegre evoluiria num registo pico e l rico que bebe muito em Cam es e numa escrita r tmica e mel dica que pede ser recitada ou musicada Da ser tido como o poeta portugu s mais musicado e cantado, e n o s em Portugal, mas tamb m, por exemplo, na Galiza Grupo Fuxan Os Ventos e na Inglaterra Tony Haynes, BBC Da Urbano Tavares Rodrigues Os dois grandes veios que alimentam a poesia de Manuel Alegre, o pico e o l rico, confluem numa irreprim vel voca o rfica que dele faz o mais musical e o mais cant vel dos poetas portugueses contempor neos Estreando se na fic o com Jornada de frica, em 1989, Manuel Alegre n o deixa de arrastar para a prosa e pela prosa a sua voca o fundamental de poeta A poesia a sua p tria , lembra Marie Claire Wromans, e confirma o a prosa de A Terceira Rosa Para al m das revistas e jornais j citados, Manuel Alegre tem colabora o dispersa por muitos outros jornais e revistas culturais, de que destacamos A Poesia til Coimbra, 1962 , Seara Nova, o suplemento do Di rio Popular Letras e Artes , Cadernos de Literatura Coimbra, 1978 , Jornal de Poetas e Trovadores Lisboa, 1980 e JL

779 Comments

  1. Beatriz Canas Mendes Oferecido por uma amiga que conhece mais ou menos as minhas prefer ncias liter rias, senti me impelida a l lo o mais brevemente poss vel Portanto, mal o recebi, iniciei de imediato a leitura, sem quaisquer expectativas, excepto aquelas que a minha amiga me assegurava poder ter Ainda por cima, nunca lera nenhuma obra de Manuel Alegre Deste modo, Alma tornou se uma enorme surpresa A princ pio, confundi o com um livro autobiogr fico, de mem rias s depois me apercebi de que, ape [...]


  2. Oferecido por uma amiga que conhece mais ou menos as minhas prefer ncias liter rias, senti me impelida a l lo o mais brevemente poss vel Portanto, mal o recebi, iniciei de imediato a leitura, sem quaisquer expectativas, excepto aquelas que a minha amiga me assegurava poder ter Ainda por cima, nunca lera nenhuma obra de Manuel Alegre Deste modo, Alma tornou se uma enorme surpresa A princ pio, confundi o com um livro autobiogr fico, de mem rias s depois me apercebi de que, apesar de baseado na inf [...]


  3. As mem rias de uma inf ncia com custo que nos despedimos das personagens Um livro que nos prende Explica o de Alma por Manuel Alegre


  4. Livro mais estranho que li at hoje Na realidade n o h enredo Apenas um mi do que nos conta como viver numa vila no interior do Distrito de Aveiro, durante a ditadura Tenho de confessar que me identifiquei nos cap tulos sobre a Escola, a Loja, o Caf Fez me lembrar a minha terra E, numa coisa temos de concordar, Manuel Alegre sabe, utilizando as palavras, pintar um quadro melhor do que ningu m Muito bom viajar ao Portugal da d cada de 40.


  5. Senti um aperto na garganta ao passar a ponte Olhei o rio, a nora, os salgueiros, os campos Alma, dizia eu Como quando era pequeno e dizia m e.


  6. No Inverno a Escola era feia e triste As m os enregeladas, muitas delas cheias de frieiras, mal podiam pegar nas canetas As orelhas do am, a humidade do rio subia pela encosta acima e atravessava a roupa que era pouca e leve e muitas vezes rota e remendada Eu olhava os p s descal os e cheios de feridas dos meus companheiros, as cabe as peladas, os rostos cobertos de impingens e sentia uma repugn ncia misturada com revolta.Porque que uns, poucos, tinham sapatos e outros, a maior parte, n o Pergun [...]


  7. O nico livro que j li de Manuel Alegre, mas sem d vida, um dos meus preferidos entre todos os que j li O tema, do meu interesse, ali s, tudo o que tenha a ver com Hist ria do meu interesse, quanto mais da poca Salazarista Contudo, necess rio dizer que a escrita de Alegre tamb m contribui muito para que o livro se devore em poucas horas, descobrindo curiosidades sobre o escritor e desvendando a alma de Alma.


  8. Livro de leitura leve, por n o precisar de um exerc cio muito grande de aten o por parte do a leitor a Isto facilita muito a proximidade do leitor aos personagens, o que d bastante jeito por se tratar de um livro contru do como uma recorda o da inf ncia do narrador Gostei bastante.



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